quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Not so sweet...


As indústrias tabagistas estão utilizando açúcar e aromas para suavizar o gosto de seus produtos e atrair o público mais jovem e mulheres, denuncia um estudo do Comitê Nacional contra o Tabagismo francês (CNTC) divulgado nesta quarta-feira pela imprensa francesa.
A análise 60 million consumers (60 milhões de consumidores, em tradução livre) feita em parceira com uma revista detalha que para captar novos clientes e fidelizá-los foram desenvolvidos produtos específicos com aromas de baunilha, morango e chocolate, que disfarçam o sabor amargo do tabaco e de maneira paralela reforçam a dependência à nicotina.
Um decreto de 2009 proíbe na França adição de adoçante no cigarro e limita a quantidade de aroma de baunilha. Conforme o estudo divulgado pelo jornal Le Post, "dezenas de outros sabores são permitidos, e o decreto só se aplica a cigarros, e não aos demais produtos de tabaco".
"O que está proibido num cigarro pode estar autorizado em outro", lamentam as organizações, as quais encontraram uma quantidade de açúcar próxima de 10% no tabaco de enrolar e adoçantes no papel de fumar. Cerca de 7% dos estudantes enrolam seus cigarros e o consumo do tabaco de enrolar passou de 5 mil para 7 mil toneladas nos últimos 20 anos.
Os cigarros finos fizeram uma ofensiva de marketing às mulheres adicionando aromas de baunilha. As análises descobriram em alguns produtos quantidades dez vezes superiores às autorizadas nos cigarros, alertam os responsáveis pelo estudo. A revista e o CNCT exigem que a regulamentação se aplique não só de maneira restrita, mas afete todos os produtos do tabaco, e solicitam a proibição dos demais aromas agora autorizados, o que já está em prática no Canadá.
Para resistir à ofensiva da indústria do tabaco às mulheres e aos adolescentes, pedem que a informação nas embalagens seja mais clara, porque não é possível que um consumidor receba mais informações sobre a composição de um iogurte do que de um produto tão nocivo como o tabaco.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Sacolinhas verdes!


Uma pesquisa realizada pelo Ibope e promovida pela Apas (Associação Paulista de Supermercados) mostrou que 77% dos consumidores são favoráveis à substituição de sacolas descartáveis por reutilizáveis nos supermercados.
Em um outro dado da pesquisa, 93% aprovaram a expansão do programa da Apas, iniciado há um ano em supermercados de Jundiaí (58 km de SP), para todo o Estado de São Paulo.
O projeto-piloto em Jundiaí, batizado de “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, tem como objetivo substituir as sacolas descartáveis por reutilizáveis nos supermercados.
A pesquisa foi apresentada nesta quinta-feira (13) ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). No levantamento, 73% disseram não concordar com o retorno das sacolas descartáveis aos supermercados.
Para o presidente da Apas, João Galassi, a iniciativa de substituir as sacolas plásticas descartáveis por reutilizáveis é uma forma de conscientizar os consumidores quanto à preservação do meio ambiente.
“Agora estamos trabalhando para a implantação da campanha em todo o Estado para cessar a distribuição de sacolas descartáveis a partir de 25 de janeiro de 2012, conforme o acordo firmado em maio passado com o Governo de São Paulo”, afirmou Galassi.
Segundo a associação, com esta pesquisa, a Apas buscou mensurar a percepção da população de Jundiaí e as mudanças de hábito após um ano de implantação do projeto na cidade, o que ocorreu em 30 de agosto de 2011.
Outro indicador da aceitação da substituição das sacolas foi o fato do Procon de Jundiaí não ter registrado reclamação por parte dos consumidores durante o primeiro ano de campanha. A pesquisa ainda demonstrou que 83% dos entrevistados apoia a expansão da campanha para outros tipos de comércio.
As sacolas reutilizáveis e caixas de papelão foram as principais alternativas adotadas pela população para transportar suas compras. Para 89% a saída foi a utilização das sacolas reutilizáveis, 45% optaram por caixas de papelão, 30%, por sacolas biodegradáveis compostáveis, 16%, por carrinho de feiras, e 13%, por caixa de plástico.
“A população de Jundiaí está de parabéns, pois os resultados apurados mostram seu elevado nível de consciência ambiental e sua capacidade de se adaptar a esta nova realidade”, afirmou Galassi.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Bye Bye Apple Man!


Bill Gates e Mark Zuckerberg, dois dos principais nomes do mundo da tecnologia, divulgaram comunicados sobre a morte de Steve Jobs. Os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Bin, também divulgaram notas. Veja abaixo os comunicados.

Estou muito, muito triste em saber do falecimento de Steve. Ele foi um grande homem, com conquistas incríveis e brilhantismo fora do comum. Ele sempre pareceu saber falar em poucas palavras o que você estava pensando antes de que você mesmo pensasse. O foco de Jobs na experiência do usuário acima de tudo sempre foi uma inspiração para mim. Ele foi muito gentil ao conversar comigo quando me tornei CEO do Google e passou algum tempo me dando conselhos, mesmo sabendo que sua saúde não era boa. Meus pensamentos e o dos funcionários do Google estão com a família de Jobs e toda a família Apple.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook

“Obrigado por mostrar ao mundo que o que você criou poderia mudar o mundo. Sentirei sua falta.”

Steve Wozniak, sócio-fundador da Apple

Poucas pessoas tiveram uma impressão tão elegante e poderosa na vida de todos. Ele foi um grande inovador da Califórnia que demonstrou o que uma mente totalmente independente e criativa pode alcançar.

Arnold Schwarzenegger, ator e ex-governador da Califórnia

"Steve viveu o 'California Dream' todos os dias da sua vida. Ele mudou o mundo e inspirou a todos nós", escreveu Schwarzenegger no Twitter. As informações são da Dow Jones.

Howard Stringer, presidente da Sony

"A era digital perdeu a sua figura principal, mas a inovação e a criatividade de Steve inspirarão sonhadores e pensadores durante gerações."

Bog Iger, presidente da Walt Disney

Ocapi: o irmão desconhecido da girafa


O ocapi (Okapia johnstoni) é uma das duas espécies remanescentes da família Giraffidae, sendo a outra, a girafa. O mamífero é nativo das florestas da República Democrática do Congo e só passou a ser conhecido pelo ocidente no começo do século XX. Esta obscuridade levou a Sociedade de Criptozoologia a adotá-lo como seu emblema.

Os ocapis têm corpo escuro, com listras brancas na parte traseira, parecidas com as de uma zebra. A forma do corpo é semelhante à da girafa, embora o pescoço dos ocapis seja muito mais curto. Eles têm um comprimento de 2 a 2,5 metros, e uma altura de 1,5 a 2 metros nas espáduas. O seu peso varia entre 200 e 250 Kg.

Em uma comparação com as girafas, ambos possuem uma lingua muito longa. Ela pode chegar até 30 cm, de coloração azul e muito flexível, que é usada para retirar folhas e rebentos das árvores. A língua do ocapi é tão longa que lhe permite alcançar as orelhas e as pálpebras, além de ser usada para pegar alimentos.

São animais muito solitários e diurnos, juntando-se apenas para acasalar. A fêmea tem seu filhote após 430 dias aproximadamente, e o novo ocapi pesa cerca de 16 kg. O animal é amamentado até dez meses de vida e atingem a maturidade entre 4 e 5 anos.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pintado de rosa


O Cristo Redentor e a Igreja da Penha, no Rio, ganharam iluminação rosa na noite desta terça-feira (4). A ação faz parte da campanha "Outubro Rosa", que alerta para a importância do diagnóstico e do tratamento precoce do câncer de mama, o mais comum entre as mulheres.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Rio é a segunda capital com maior índice de mortalidade por câncer de mama.

Lixão provoca morte de animais e polui rio no interior da Bahia


Um depósito de lixo sem tratamento tem provocado mau cheiro e transtornos para moradores, além de poluir as águas do rio Jacuípe e causar a morte de animais na zona rural de Riachão do Jacuípe, região de Feira de Santana, a 100 km de Salvador.
O lixão está localizado em um grande terreno e existe há quase sete anos. São despejados no local todos os resíduos oriundos da coleta de lixo na cidade. Os urubus são atraídos e incomodam quem mora nas redondezas. Entre eles, está o mecânico Heldegardes Pinto de Matos, que diz ter procurado o Ministério Público algumas vezes, mas não obteve solução até o momento. "Temos problema de cachorro, problema de urubu, problema de carcará, muito mau cheiro, fumaça", descreve o mecânico.
Ossos de animais e móveis quebrados, além de lixo hospitalar e tecnológico são alguns dos resíduos sólidos despejados no lixão. Ao longo dos anos, o riacho que existia no local acabou encoberto pelo lixo. Os moradores contam que, quando chove, a água arrasta o lixo para o rio Jacuípe. Parte dos resíduos é queimado. Os moradores dizem que raramente veem máquinas trabalhando no local para tentar amenizar o problema. "É a primeira vez que vejo máquinas aqui fazendo esse movimento", diz o agricultor João Oliveira.
O lavrador Tertuliano da Silva Santos diz que não sabe mais o que fazer. Ele tem uma pequena fazenda vizinha ao local, que fica cheia de sacos plásticos levados pelo vento e, por conta disso, afirma que muitos de seus animais já morreram. "Em duas horas, já perdi três bezerros, tudo embuchados de plásticos. Tem horas que dá vontade de botar fogo em tudo e dizer adeus, acabou. Tanto que eu trabalhei para ver uma miséria dessa aqui. É difícil", comenta o lavrador.
O prefeito da cidade, Lauro Falcão, disse que está à procura de um novo terreno, em local mais distante da cidade para implantar um aterro sanitário. Ele afirma que o projeto do aterro já foi aprovado pelo Governo Federal como parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Tartaruga presa na rede


Uma tartaruga verde foi encontrada morta, na manhã desta segunda-feira (3), na Praia Formosa, em Cabedelo, na Grande João Pessoa. De acordo com a bióloga Rita Mascarenhas, coordenadora do projeto Tartarugas Urbanas, o animal apresentava ferimentos possivelmente provocados por rede de pesca. “Ela estava com as nadadeiras estranguladas. Possivelmente enfiou as nadadeiras na rede e ficou presa”, disse.
A tartaruga tinha 71cm de casco, o que, segundo Rita Mascarenhas, mostra que o animal teria cerca de 20 anos. “Quando o vento diminui começa a temporada de pesca e, infelizmente, muitas outras tartarugas devem aparecer mortas nos próximos dias”, lamentou a bióloga.

domingo, 11 de setembro de 2011

Degelo


A camada de gelo que cobre o Oceano Glacial Ártico registrou um novo e preocupante recorde de descongelamento no atual verão europeu, tendo sua superfície reduzida em até 4,24 milhões de quilômetros quadrados.



"A superfície de gelo se reduziu cerca de 50% desde 1972. Os seres vivos que ocupam o ecossistema sob a camada de gelo e que são o ponto de partida da cadeia alimentar também para nós, os humanos, têm cada vez menos espaço vital", advertiu Georg Heygster, cientista do instituto.

Heygster explicou que a superfície gelada do Oceano Glacial Ártico oscila normalmente entre 15 milhões de quilômetros quadrados em março e 5 milhões em setembro. O recorde atual supera o de 2007 em 0,6% e o especialista acredita que a redução da superfície gelada pode se tornar ainda maior até o fim deste mês.

O cientista alemão confirmou que tanto a rota marítima a nordeste, próxima à costa da Rússia, quanto a rota a noroeste, que faz limite com o Canadá, ficaram abertas como consequência do descongelamento do Oceano Ártico, fenômeno semelhante ao que aconteceu em 2008.

Heygster acrescentou que a diminuição da superfície de gelo do Ártico já não se explica mais pela variação natural que acontece de ano a ano, mas pela mudança climática. Por fim, o cientista ressaltou que com o fenômeno a camada média de gelo também perde espessura.

Estudo: cérebro responde mais rapidamente a imagens de animais


Sejam gatinhos ou serpentes, segundo estudo do Caltech e da UCLA, cérebro responde rapidamente a imagens de animais
Foto: Getty Images
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Enquanto algumas pessoas adoram fotos de filhotes, outras se assustam instantaneamente com a simples imagem de uma cobra ou uma aranha. Em ambos os casos, a reação é causada por duas estruturas do cérebro chamadas amígdalas (não confundir com aquela da garganta), que processam reações emocionais. Um estudo do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade da Califórnia-Los Angeles (UCLA, ambas na sigla em inglês) afirma que a amígdala, inclusive, responde preferencialmente a imagens de animais do que de pessoas, paisagens ou objetos.
Segundo o estudo, publicado na revista especializada Nature Neoscience, pacientes epiléticos, que já tinham a atividade cerebral monitorada, passaram por um experimento: eles viam imagens de pessoas, animais, paisagens ou objetos, enquanto as reações dos neurônios eram monitoradas nas duas amígdalas do cérebro.
"Nosso estudo mostra que os neurônios na amígdala humana respondem preferencialmente a imagens de animais, o que significa que a atividade cerebral aumenta quando os pacientes olhavam a gatos ou cobras ao invés de construções ou pessoas", afirma Florian Mormann, um dos autores do artigo que descreve o experimento.
"Essa preferência vale tanto para animais bonitinhos como para feios ou perigosos e parece ser independente do conteúdo emocional da imagem. Notavelmente, nós achamos esse comportamento apenas na amígdala direita, e não na esquerda.
Segundo Mormann, a pesquisa reforça achados anteriores que indicam que, no início da evolução dos vertebrados, o hemisfério direito do cérebro era responsável por cuidar de estímulos relevantes e inesperados ou das mudanças de ambiente.
O pesquisador afirma ainda que, além de uma melhor compreensão sobre o cérebro, o estudo pode levar a conhecermos melhor as fobias de animais

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Novinhos na Alemanha !



O zoológico de Duisburgo, na Alemanha, apresentou ao público nesta sexta-feira o novo filhote de girafa do parque. As informações são da agência EFE. O filhote, nomeada de Lindani, nasceu no dia 15 de maio, após uma gestação de 14 meses.
As girafas são os animais mais altos do mundo, podendo um macho adulto medir cerca de 6 m de altura e pesar mais de 1 t. Estes animais vivem aproximadamente 25 anos. A principal curiosidade acerca das girafas é que, para se defender, o animal aplica um coice mortal


Filhotes de leão
Os filhotes nasceram há 7 semanas no zoo de Hagenbeck
hotes de leão foram apresentados nesta quinta-feira no zoológico de Hagenbeck, em Hamburgo, na Alemanha. As informações são da agência EFE.
Os filhotes, dois machos e duas fêmeas, nasceram há 7 semanas. Os machos se chamam Batou e Bandele, já as fêmeas se chamam Naledi e Sakina.

Dentes produzidos a partir de células tronco!


Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) tentam desenvolver dentes a partir de moldes biodegradáveis e células-tronco. Os primeiros experimentos, feitos em ratos, já mostraram resultados positivos e os cientistas conseguiram criar dentes nos animais.
"Não é que os ratos "gerem" dentes", explica a cirurgiã dentista Mônica Duailibi. "Foi possível encontrar incisivos centrais, por exemplo, nas estruturas que nós implantamos. Numa primeira fase, implantamos células num omentum de rato. Omentum é uma película que reveste todas as víceras. Usamos essa estrutura porque ela é extremamente vascularizada e essa vascularização permite a nutrição das células que a gente está implantando", explica.
É nesse molde que as células-tronco são depositadas e nele cresce o dente. "Entretanto, nesses primeiros ensaios, nós não tínhamos o controle da forma do dente, nem do seu volume", diz a pesquisadora.
Trabalhando nas pesquisas desde 2001, Mônica e Silvio Duailibi - que também são professores da universidade - continuaram a desenvolver o projeto até que, em 2008, publicaram os resultados dos implantes que fizeram nas mandíbulas dos animais.
"Esses implantes também foram positivos, mas isso em caráter experimental. Agora nós avançamos nas pesquisas e estamos coletando células de descarte de dentes humanos e processando essas células em laboratório, analisando em quanto tempo elas mineralizam, qual é a estabilidade delas e a saúde destas células. Estamos colocando isso num arcabouço, que tecnicamente se chama de scaffold, na forma de dentes, e estamos implantando isso em animais que não tem imunidade, que é pra não causar rejeição", disse a pesquisadora.
Engenharia tecidual
Todo o processo se baseia nas técnicas da chamada engenharia tecidual, que procura reunir os princípios da biologia com técnicas da engenharia, principalmente a computacional. Com a união das técnicas, é possível elaborar a forma dos dentes e alcançar não só a reparação, mas a regeneração.
"Nós fazemos uma tomografia computadorizada que vai dimensionar volumetricamente a estrutura, que pode ser um molar, pré-molar, canino ou um central, por exemplo. Essas informações são passadas por meio de um software pra um aparelho de prototipagem rápida, também conhecido como fabricação aditiva. Essas informações geram uma estrutura tridimensional", explica a pesquisadora.
Essa estrutura, utilizando material bioreabsorvível ou biocompatível, tem completa aceitação no organismo, fazendo com que as células se amoldem e se diferenciem dentro dela. Após o processo de diferenciação celular, o organismo reabsorve os elementos e deixa a estrutura do dente feita. "Então, com essa estratégia, é possível regenerar dentes, e não mais repará-los, apenas", diz.
Rejeição
A rejeição não é um fator problemático quando o próprio receptor fornece as células. Mas em casos onde isso não é possível, a pesquisadora diz que optaria pela tecnologia já disponível nos dias de hoje, que é a dos implantes metálicos."
A engenharia tecidual só será bem vinda se você conseguir fazer com que o doador e o receptor sejam os mesmos indivíduos, para que não se tenha rejeição. Se você só conseguir células de indivíduos diferentes, você tem que submeter este individuo à drogas imunossupressoras. É como um transplante de órgãos.
"E você vai se deparar com outra situação, que é a dos efeitos colaterais dessas drogas. Então se eu tiver que optar entre reabilitar uma boca e submeter um indivíduo para uma nova terapia, que utilize células diferentes, eu creio que a tecnologia que a gente tem disponível hoje seja melhor que a terapia residual", diz a cirurgiã dentista.
Os cientistas ainda não têm certeza de que o material biológico possa ser devolvido para os indivíduos sem o risco de promover a formação de um tumor, ou de outro tecido que não era o esperado.
"Mas a nossa pesquisa infere que, num futuro, a gente possa devolver para o paciente uma estrutura exatamente igual ao dente original. Ou seja, eu vou implantar lá no interior do osso algo que vai erupcionar como erupcionaria um dente normal. Isso é a esperança de se criar uma terceira dentição para quem precisa, para as pessoas que tenham um problema genético de não ter dentes, ou que os tenham perdido acidentalmente por algum trauma ou doença", diz a pesquisadora.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Panda mais velho do mundo morre na China


O panda mais velho do planeta, Ming Ming, morreu no último dia 7 no parque Xiangjiang, na China. O Centro Chinês de Proteção ao Panda divulgou a informação nesta terça-feira. Ming Ming tinha 34 anos, enquanto pandas vivem em média 15 (selvagens) e 22 anos (em cativeiro).
Segundo o site Global Times, os veterinários encontraram sangue na urina no animal no dia 2 de maio e exames indicaram que os rins falharam devido à idade. Os pandas gigantes são ameaçados de extinção e acredita-se que existem 1,6 mil animais selvagens e cerca de 300 em cativeiro

Pela Metade!


O governo britânico anunciou nesta terça-feira um "ambicioso" objetivo de redução de suas emissões de dióxido de carbono em 50% para 2025 em relação aos níveis de 1990. A meta está incluída no "orçamento do carbono" britânico para o período 2023-2027 apresentado no Parlamento.
"Quando formamos a coalizão no ano passado, dissemos que queríamos que este fosse o governo mais ecológico da história", declarou o primeiro-ministro David Cameron em um comunicado. "É o enfoque correto se quisermos lutar contra as mudanças climáticas, assegurar nosso abastecimento energético no longo prazo e aproveitar as oportunidades oferecidas pelas indústrias ecológicas", acrescentou o chefe do governo.
O comunicado indica também que o governo britânico continuará defendendo uma meta de redução de até 30% das emissões na União Europeia para 2020, contra os atuais 20%, além de "uma ação mais ambiciosa nos anos 2020". No entanto, indica que a meta britânica pode ser revisada em 2014 se não estiver na mesma linha que a da União Europeia.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Novo Código Florestal



O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), afirmou nesta terça-feira que a votação do novo Código Florestal depende do relator da proposta Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Sem querer assegurar a votação, Maia disse que o governo já apresentou uma contraproposta a Rebelo e espera uma definição dele.

"Não tem nenhuma alteração no quadro da semana para cá. Não há acordo ainda, mas está se caminhando na medida de construir um acordo. A bola está no pé do relator. Ele tem a responsabilidade de construir um relatório que esteja mais próximo do que foi discutido pelos líderes e deputados nas últimas semanas. Se o texto estiver próximo daquilo que foi apresentado pelo governo, teremos uma votação tranquila", comentou.

líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (PT-SP), disse que a contraproposta do governo inclui uma ajuda financeira para os agricultores que recuperarem as áreas de preservação permanente em margens de rios e encostas. Eles poderão abater suas dívidas a partir de um determinado número de hectares.

Teixeira afirmou ainda que o governo, no entanto, não pretende recuar na questão da isenção de reserva legal para propriedades com até quatro módulos fiscais. O governo insiste em que agricultores familiares e cooperativados possam ter a reposição da reserva legal flexibilizada.

O líder do PT admitiu que se o relator não apresentar um "texto de consenso", o Palácio do Planalto vai trabalhar para que os aliados evitem a votação em plenário da proposta. "Isso vai ficar que nem escolha do papa pela Igreja Católica que só termina quando tem acordo', disse.

Nos bastidores, lideres governistas dizem que a ameaça do Planalto de engavetar a proposta é uma estratégia para fazer Aldo e os ruralistas cederem.

Na semana passada, o governo mobilizou a base para evitar a votação do código e pediu mais tempo para tenta costurar um acordo. Até o momento, ainda não houve nenhuma alteração formal no texto.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bicicletas em Sampa


Cerca de 250 mil pessoas usam a bicicleta como meio de transporte em São Paulo, segundo estimativa feita por ONGs que incentivam o uso do veículo.
Uma ideia para estimular a boa convivência entre carros e bicicletas é a ciclofaixa, que começou a funcionar há dois anos. Ela tem cerca de 30 quilômetros e liga quatro parques - das Bicicletas, Ibirapuera, Parque do Povo e o Villa-Lobos. A ciclofaixa funciona só aos domingos, das 7h às 14h.
A iniciativa deve ganhar mais 14 quilômetros ainda este mês. Ela vai ser estendida até o futuro Parque do Chuvisco, no final da Avenida Jornalista Roberto Marinho, na Zona Sul da capital paulista.
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Veja como está a qualidade do ar na Grande SP
Em toda a cidade, há 37,5 quilômetros de ciclovias, com percursos na Avenida Brigadeiro Faria Lima, Avenida Sumaré, Estrada da Colônia, Radial Leste, nas margens do Rio Pinheiros e da Adutora Rio Claro, em São Mateus, na Zona Lest

terça-feira, 19 de abril de 2011

0 Carbono!


A rede de lojas britânica Marks and Spencer criou uma linha de lingerie ecologicamente amigável, que não contribui para o aquecimento global.

A fábrica, em Thurulie, no Sri Lanka, foi projetada para reduzir 33% da emissão de carbono na atmosfera que a produção teria normalmente.

Quem certificou os produtos foi a empresa The Carbon Trust Footprinting Certification Company, que calculou a quantidade de carbono que seria emitida levando em consideração o ciclo completo da produção de cada item - da manufatura dos componentes até o transporte e a energia despendida nas máquinas. A diminuição no volume de poluente expelido foi possível com a utilização de fontes renováveis de energia e iniciativas de redução de desperdício. Segundo a Mark and Spencer, o processo é complexo, pois uma peça envolve 12 fornecedores, que vendem 21 componentes que vão ser usados na linha de lingerie.

Para neutralizar o restante das emissões da coleção Autograph Leaves, a Marks and Spencer também investe em reflorestamento. Segundo a empresa, já foram plantadas 6.000 árvores nas terras de nove fazendeiros, cuja renda se beneficia das limeiras e magueiras, que correspondem a um quarto das novas plantas. O investimento é feito em parceria com a International Rainforest Trust e o Conservation Carbon Company.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Péssimo!



Arezzo recolhe peças com pele de animais após polêmica no Twitter

Coleção Pelemania colocou a Arezzo entre trend topics do Twitter; empresa apagou comentários negativos em sua página no Facebook

A Arezzo anunciou nesta segunda-feira que recolherá todas as peças da coleção Pelemania, que traz roupas e acessórios com peles de animais, após sofrer críticas de internautas nas mídias sociais. A campanha colocou a Arezzo em primeiro lugar entre os topic trends do Twitter no Brasil neste domingo. Hoje, a empresa está entre os dez assuntos mais comentados na rede social.

“Não entendemos como nossa responsabilidade o debate de uma causa tão ampla e controversa. Um dos nossos principais compromissos é oferecer as tendências de moda de forma ágil e acessível aos nossos consumidores”, disse a companhia, em comunicado. “Por respeito aos consumidores contrários ao uso desses materiais, estamos recolhendo em todas as nossas lojas do Brasil as peças com pele exótica.”

A empresa começou a divulgar a coleção Pelemania nas mídias sociais na quarta-feira à noite, para uma rede de 4.496 amigos do Facebook e 24.482 seguidores no Twitter. A marca lançou peças com pele de raposa, coelho e ovelha. A Arezzo convidou os clientes a conhecerem as roupas em sua loja na rua Oscar Freire, em São Paulo.

No Twitter, a empresa foi acusada de maus tratos aos animais e muitos consumidores chegaram a dizer que não comprariam mais produtos da grife. “#Arezzo. Que feio usar pele de animais. Da próxima vez faz bolsa com a pele da própria designer”, disse a Eve Teixeira, no Twitter.

No Facebook, a Arezzo começou a apagar os comentários negativos. “As redes sociais são um espaço aberto para que todos possam expressar suas opiniões, entretanto, nos reservamos o direito de retirar mensagens com conteúdo ofensivo e agressivo”, escreveu a companhia em seu perfil.

A empresa cometeu uma sequência de erros no lançamento da coleção Pelemania, afirma o professor de gestão de marcas da ESPM, Marcos Bedendo. O primeiro deles foi não fazer uma pesquisa de opinião para mensurar a recepção do público a uma coleção com peles de animais. “Há um ambiente geral que recrimina essa prática”, diz.

Como existe um nicho de consumidores que ainda compra roupas com peles de animais, a empresa poderia ter lançado a coleção, diz o professor. “Mas com mais sensibilidade.”

Para ele, a decisão de apagar as mensagens dos internautas em sua página do Facebook foi um “ato de desespero”. A empresa pode moderar comentários desde que divulgue um padrão para isso, como não permitir palavras de baixo calão. Mas as opiniões contrárias bem fundamentadas deveriam ter sido respondidas pela companhia.

Apesar do marketing negativo da campanha, o dano à imagem deve ser momentâneo, de acordo com o professor da ESPM. “As marcas conhecidas tendem a ter um capital de perdão do consumidor”, diz. A realização de uma campanha ecologicamente correta pode reconquistar o consumidor.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cada vez menos....


Pinguins naturais do lado oeste da Antártida estão em declínio devido à falta de acesso ao krill, um micro crustáceo parecido com o camarão, que constitui a principal fonte de alimento da espécie. É o que revela um estudo recém-divulgado da entidade de pesquisa americana Nationaly Academy of Sciences.
Após terem acompanhado dados sobre os pinguins nos últimos 30 anos, pesquisadores disseram que números do pinguim Adelie e do pinguim de Chinstrap, naturais da região, vêm caindo desde 1986.
O aquecimento das águas, a redução da camada de gelo e um aumento nas populações de baleias e focas estão entre os motivos citados para a redução do krill.
O krill da Antártida (Euphausia superba) é um animal de em média seis centímetros, e é considerado uma das espécies mais abundantes do planeta, encontrado em locais com densidade de até 30 mil espécies por metros cúbico de água.
Ele é também uma das espécies-chave dos ecossistemas encontrados na Antártida e em suas imediações, por ser o principal alimento de todos os animais vertebrados da região, entre eles o pinguim de Chinstrap e o Adelie.
Os cientistas chegaram à conclusão também de que as mais recentes descobertas põem em cheque conceitos científicos antigos, como o de que a redução na camada de gelo havia levado a um declínio de espécies "amantes de gelo" com o declínio de seus habitats invernais, mas que populações que "avessas ao gelo" teriam registrado aumento.
Os especialistas argumentam que as descobertas mostaram que desde a década de 80 houve um amento tanto dos Adelies amantes de gelo (Pygoscelis adeliae) como dos avessos ao gelo Chinstraps (Pygoscelis antarctica). As populações de ambas as espécies teriam sofrido reduções de até 50%.
Como resultado, os pesquisadores agora defendem uma hipótese "mais sólida", de que as populações de pinguins estão ligadas à abudância da sua principal fonte de alimento, o krill.

Os cientistas acreditam que se o aquecimento global prosseguir, o quadro deverá se agravar ainda mais

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Brilhante!




O fotógrafo Joshua Lambus, de 25 anos, costuma documentar minúsculos animais marinhos luminosos no Mar do Havaí durante mergulhos em águas profundas na região.

A coleção impressionante de imagens produzidas por Lambus inclui águas-vivas, polvos, lulas, camarões e diversos tipos de peixes brilhantes. Boa parte deles tem até quatro centímetros de comprimento.

Os animais foram encontrados a grandes profundidades na costa da ilha Havaí, a maior do arquipélago.
Segundo Lambus, as fotos são tiradas em mergulhos noturnos. De barco, ele vai até cerca de cinco quilômetros longe da costa e mergulha na completa escuridão.

O fotógrafo acumula imagens feitas durante mais de 400 mergulhos em águas profundas.
Ele diz que "falta de luz e de referências é o mais próximo que posso imaginar de estar no espaço".

quinta-feira, 31 de março de 2011

Refri Humanitário


Um novo refrigerante lançado nesta quinta-feira na França promete doar 50% dos lucros a causas humanitárias. Metade dos lucros serão destinados a duas instituições que atuam na luta contra a fome, sendo uma delas a ONG Acción. O nome U.Man Cola faz uma alusão à palavra Human (humano, em inglês).
Dominique Lebrun, é o criador do refrigerante "humanitário" U.Man Cola, que já está à venda em todas as lojas da rede Franprix desde quarta-feira. Segundo o site La chaine du coeur, o custo de cada garrafa é 1,29 euro (R$ 2,98

quarta-feira, 30 de março de 2011

Plástico resistente!


Cientistas brasileiros desenvolveram uma maneira de usar fibras frutas para fabricar plásticos automotivos mais resistentes e mais leves que os tradicionais. Frutas como banana e abacaxi podem ser usadas para produzir esse material reforçado, de forma similar à fibra de vidro ou de carbono.

As fibras usadas são chamadas nanocelulose e, segundo os cientistas, chegam a ser tão duras quanto o kevlar, material usado em coletes à prova de balas. Os plásticos de nanocelulose são mais leves, podendo reduzir o peso dos automóveis. A celulose das folhas e do caule do abacaxi é uma das mais promissoras para fazer esse processo, diz Alcides Leão, da Unesp, que liderou a pesquisa apresentada apresentada esta semana num encontro da Sociedade Americana de Química.
Para obter o nanofibras a partir das frutas, os cientistas colocam as folhas e talos de abacaxi ou outras plantas num equipamento parecido com uma panela de pressão. Em seguida, acrescentam alguns produtos químicos e aquecem a mistura em vários ciclos, produzindo um material fino parecido com talco.
O processo é caro, mas com um quilo de nanocelulose é possível produzir 100 quilos de plástico superforte, de acordo com os pesquisadores. Por enquanto, eles estão se concentrando na substituição de plásticos automotivos. No futuro, segundo Leão, seria possível até usar a tecnologia no lugar de aço e alumínio.

Dor de amor !



Um estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mostra que a região do cérebro que responde pela dor física é a mesma que reage quando uma pessoa está envolvida em uma separação amorosa ou em um caso de rejeição. As informações são da Associated Press.
"Estes resultados dão novo significado à ideia de que a rejeição 'dói'", escreveu o professor de psicologia Ethan Kross no estudo publicado na terça-feira da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
O coautor do estudo Edward Smith, da Universidade de Columbia, explica que a pesquisa mostra que eventos psicológicos ou sociais podem afetar regiões do cérebro que os cientistas acreditavam que fossem dedicadas apenas à dor física.
O estudo envolveu 40 voluntários que haviam passado por uma separação indesejada nos seis meses anteriores e que diziam que esse fato dava sensação de rejeição.
Na experiência, os voluntarios viam fotos de seus antigos parceiros e tentavam pensar na separação. Depois, viam fotos de amigos e tentavam pensar em momentos positivos com aquelas pessoas. Também havia um aparelho posicionado em seus braços que ora produzia um calor reconfortante e ora esquentava o suficiente para causar dor.
A duas situações negativas - pensar sobre a perda e o calor que queima - causaram respostas na mesma região do cérebro, de acordo com o estudo.

domingo, 27 de março de 2011

Monumentos de 98 cidades do Brasil ficam 1 hora apagados


s cidades brasileiras, entre as quais 15 capitais regionais e cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, apagaram as luzes que iluminam seus principais monumentos durante a chamada Hora do Planeta, a mobilização mundial da organização ambientalista WWF contra o aquecimento global.
Além de milhares de brasileiros que apagaram as luzes de suas casas às 20h30, durante uma hora também ficaram às escuras monumentos e pontos turísticos como a praia de Copacabana, o Jardim Botânico de Curitiba, a estátua de Iracema de Fortaleza e o estádio Pacaembu de São Paulo.
Em Brasília, a sede do Congresso também apagou as luzes, bem como o Palácio do Buriti e Anexo, o Memorial JK, o Teatro Nacional, a Catedral, o Museu do Índio, o Complexo Cultural da República e a Ponte JK.
A adesão das cidades brasileiras à iniciativa mundial este sábado foi muito superior à do ano passado, quando 72 cidades apagaram suas luzes e Rio de Janeiro deixou pela primeira vez às escuras o enorme Cristo Redentor.
A grande novidade este ano foi o espetáculo musical oferecido pela Prefeitura do Rio de Janeiro nos Arcos da Lapa, onde a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o prefeito Eduardo Paes apagaram simbolicamente as luzes de toda a cidade.
O espetáculo começou com a apresentação de artistas como Tony Garrido, mas, às 20h30, quando os próprios Arcos ficaram na penumbra, o evento foi animado pelas baterias de quatro das principais escolas de samba que desfilam no Carnaval do Rio de Janeiro.
Entre as instituições que aderiram formalmente à "Hora do Planeta" este ano figura a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, que recomendou a seus 2,4 mil associados a divulgar notícias sobre a iniciativa.
A Hora do Planeta 2011, que pretendeu envolver mais de um bilhão de pessoas e mobilizar 3,8 mil cidades do mundo, teve atos hoje em pelo menos 131 países e em 26 megacidades.
As outras capitais brasileiras que apagaram as luzes de seus principais monumentos foram Aracaju, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Teresina e Vitória.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Jeans!


Há quem acredite que usar a mesma calça jeans por muito tempo sem lavá-la é uma ameaça à saúde e aos bons costumes, mas a experiência de Josh Le, aluno da universidade de Alberta, no Canadá, indica que o hábito é menos nocivo do que se imagina. Depois de usar sua calça jeans por 15 meses e uma semana sem mandá-la nenhuma vez para a lavanderia, ele submeteu sua vestimenta a uma contagem bacteriana e o resultado foi surpreendente.

“Esperava encontrar bactérias associadas ao intestino grosso, mas me surpreendi com a sua total ausência, apenas bastante bactéria de pele da mais comum”, disse Rachel McQueen, professora do rapaz e pesquisadora da relação entre odores e o aparecimento de microorganismos em tecidos.

As bactérias descobertas na roupa são transferidas para a vestimenta pela pessoa que a usa e não oferecem perigo para a saúde – desde não existam cortes ou arranhões na epiderme. A menos que você trabalhe em um hospital ou em uma cozinha, onde a higienização é imprescindível, o resultado demonstra que adotar intervalos maiores entre as lavagens dos seus jeans gera benefícios ambientais maiores do que os seus riscos.

E aí? Por quanto tempo você aguenta usar a mesma calça jeans? Ou melhor, por quanto tempo você ainda teria amigos?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Lua Cheia!


Se você tiver a impressão que a Lua está um pouco maior e mais brilhante neste fim de semana, existe uma razão para isso. A Lua Cheia deste sábado será uma super "lua perigeu" - a maior em quase 20 anos. Este fenômeno é bem mais raro do que a famosa Lua Azul, que acontece uma vez a cada dois anos e meio. As informações são da CNN.
"A última Lua Cheia tão grande e tão perto da Terra ocorreu em março de 1993", disse Geoff Chester, do Observatório Naval dos EUA, em Washington. "Eu diria que ela vale uma olhada."
Segundo o pesquisador, no perigeu a Lua fica cerca de 50 mil km mais perto da Terra do que quando está no ponto mais distante de sua órbita, também conhecido como apogeu. "Luas perigeu são cerca de 30% mais brilhantes e podem parecer 14% maiores do que as Luas que ocorrem no lado do apogeu da órbita lunar," diz o site da Nasa.
A Lua Cheia vai nascer no leste ao pôr do sol e deve parecer especialmente grande quando estiver próxima ao horizonte por causa do que é conhecido como "ilusão da lua".
Mesmo que se tenha sensação de poder tocar o satélite, a Lua do sábado ainda estará a uma distância saudável - cerca de 356,577 km de distância.
A influência do satélite natural poderá ser sentido essencialmente nas marés, no entanto, os efeitos sobre a Terra são menores, e de acordo com estudos mais detalhados, a combinação da Lua estar em sua maior aproximação da Terra em sua configuração "lua cheia", não deve afetar o equilíbrio interno da energia do planeta.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Queda em 19% !


Queda no desmatamento na Indonésia e no Brasil e reflorestamento na China explicam resultado, indica relatório da ONU.
Segundo coordenadora, é a primeira vez que índice tem queda em mais de 60 anos; América do Sul e África ainda lideram devastação.


Uma boa notícia, para variar: a perda de florestas no mundo caiu 19% nesta década em relação aos anos 1990, graças a reduções expressivas no desmatamento no Brasil e na Indonésia e a esforços maciços de reflorestamento na China. Os dados são da FAO, órgão da ONU para alimentação e agricultura.
É a primeira vez que se registra uma queda na perda de cobertura vegetal desde 1946, quando a FAO começou a produzir a Avaliação Global de Recursos Florestais, publicado a cada cinco anos.
"No último relatório, de 2005, nós não conseguimos ver nenhuma diferença em relação ao anterior. Então, é uma boa notícia", disse à Folha a coordenadora do estudo, Mette Wilkie, sobre o novo dado.
No mundo inteiro, entre 2000 e 2010, 13 milhões de hectares de florestas foram perdidos, uma área pouco maior que a do Estado do Pará. Entre 1990 e 2000, o total perdido foi de 16 milhões de hectares, o equivalente a toda a região Centro-Oeste do Brasil.
As perdas anuais caíram de 8,3 milhões de hectares para 5,2 milhões. Ainda assim, diz a FAO, o número é "alarmante": o mundo perde o equivalente a uma Costa Rica por ano.
Tradicionalmente vilipendiados como maiores desmatadores e maiores emissores de gás carbônico por desmatamento do mundo, Brasil e Indonésia foram os principais responsáveis por puxar para baixo o índice de perda de cobertura florestal desta vez.
No Brasil, o desmate caiu de 2,9 milhões de hectares na década passada para 2,6 milhões nesta década. "Não parece muito por causa do período longo analisado, mas a queda que houve no desmatamento no Brasil de 2005 para cá foi substantiva", elogia Wilkie.
Segundo ela, a conjuntura econômica ajudou, com a baixa nos preços de commodities agrícolas, mas o esforço "do governo Lula" para reduzir o desmatamento foram importantes. Wilkie também mencionou como positiva a meta brasileira de reduzir o desmatamento amazônico em 80% até 2020.
O Brasil também foi o campeão de criação de áreas protegidas nesta década. "Metade do que foi criado no mundo inteiro foi no Brasil", afirma Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Aquecimento está "mudando" cor das corujas na Finlândia


Cientistas da Universidade de Helsinki fizeram uma pesquisa sobre as corujas que vivem na Finlândia e notaram que muitas delas estão "mudando de cor". Segundo os pesquisadores, invernos mais quentes registrados nos últimos anos são a principal causa dessa evolução, que está dimuindo a população de corujas-do-mato cinza e aumentando as marrons.
As corujas cinza são mais resistentes ao inverno porque elas se camuflavam entre a vegetação cinzenta que permanecia na região durante esta época, fugindo dos predadores. Agora, como os invernos estão mais brandos, as corujas marrons estão ganhando mais espaço no ambiente europeu.
A equipe de pesquisadores de Helsinki, que estudou durante 30 anos a população das corujas naquela região, afirma que a plumagem cinza da maioria delas era uma característica genética e hereditária que fazia das corujas-do-mato cinzas mais resistentes e saudáveis.
Porém, para o coordenador da pesquisa, Patrik Karell, a mudança da coloração desses pássaros é a primeira grande mostra que as mudanças climáticas estão afetando o reino animal, alterando inclusive o código genético das corujas.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Progéria


A britânica Ashanti Elliott-Smith, de 8 anos, sofre de uma doença que a faz ter um corpo de uma idosa. Diagnosticada com a síndrome Hutchinson-Gilford de progéria, a menina não possui cabelos, apresenta rugas e precisa de ajuda para conseguir se locomover.
A expectativa de vida da britânica é de apenas 13 anos, já que ela envelhece oito vezes mais rápido do que pessoas sem progéria. Ela sofre com problemas como artrite, fadiga e rugas pelo corpo.
Ashanti pesa apenas 12 kg e é pequena quando comparada à altura da irmã de 5 anos, Brandilouise. A família mora na Grã-Bretanha, mas precisa ir até a França duas vezes por ano para que a garota receba tratamento para evitar o endurecimento das artérias.

o ter uma síndrome de progéria, a criança passar a apresentar todos os sinais típicos da velhice, como pele seca e enrugada, calvície e costas curvadas. Com baixa estatura, os portadores de doença também não apresentam períodos menstruais ao crescer e são estéreis.
As síndromes mais conhecidas de progéria são a de Hutchinson-Gilford - que afeta a pequena Ashanti - e a de Werner. Ambas são passadas por herança genética, mas a medicina ainda não sabe determinar exatamente qual alteração no DNA causa as doenças.
Na versão de Hutchinson-Gilford, outras doenças típicas da velhice como cardíacas, renais e pulmonares podem aparecer, assim como a esclerodermia. As crianças com a doença costumam viver apenas até os 15 anos.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Inalar sobremesa!


Um laboratório francês de pesquisas na área gastronômica desenvolveu um aparelho que permite inalar sobremesas.
A máquina transforma os doces, inicialmente líquidos, em vapores que podem ser aspirados com um canudo de vidro, evitando a ingestão de calorias.
O aparelho, chamado Le Whaf, é um recipiente redondo de vidro com uma torneira, como um filtro de água.
O líquido é colocado no Whaf e uma "nuvem" se forma no recipiente. A tecnologia integra o uso de ondas de ultrassom por cristais que se polarizam eletricamente ou se deformam em um campo elétrico.
Minúsculas partículas são formadas e ficam suspensas no Whaf, formando os vapores que podem ser inalada.
A máquina havia sido criada no final de 2009, para inalar três tipos de coquetéis, mas o projeto evoluiu e passou a incluir as sobremesas.
O Whaf foi criado pelo professor de Harvard David Edwards, fundador do Le Laboratoire, em Paris, que realiza projetos que misturam ciência, gastronomia e arte.
'Nuvem de sabores'
Edwards, que realizou trabalhos científicos sobre novos modos de aplicação de remédios e vacinas por meio de aerossóis, define o Whaf como 'uma nuvem de sabores'.
A máquina foi desenhada pelo designer culinário Marc Bretillot.
"Há centenas de anos, talvez milhares, nós passamos a comer cada vez menos durante as refeições, mas de maneira mais frequente", diz o professor de Harvard.
"O Whaf nos orienta em direção a um futuro no qual comer é tanto um ato efêmero quanto um ato essencial como o de respirar".
"Após as guerras, nós passamos de uma necessidade maior de comida ao oposto, hoje, de saber como comer menos. Nós queremos menos calorias, mas cada vez mais prazer e sensações. Nesse sentido, o Whaf parece ser uma das respostas possíveis", diz o designer culinário.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Leptospirose!


As equipes de saúde que atendem as vítimas das enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro se preparam para um aumento no número de casos de doenças ligadas a alagamentos, como tétano, leptospirose e diarreias, nos próximos dias, segundo o superintendente de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Secretaria de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (Sesdec-RJ), Alexandre Chieppe.
"O crescimento dos casos por conta de lama ou água contaminada ainda não existe nos serviços de saúde montados, mas é claro que nós estamos nos preparando para isso nos próximos dias", afirmou Chieppe. "O período de incubação das doenças fica entre 3 e 45 dias, dependendo da patologia." Por enquanto, os atendimentos se concentram nos ferimentos ligados diretamente aos acidentes na hora da chuva.

Saiba como se prevenir
Para evitar a incidência de doenças ligadas a enchentes, a orientação é evitar o contato com água e lama, assim como tentar, na medida do possível, manter a casa limpa.
"Para quem não tem acesso a luvas e galochas, é possível usar sacos plásticos bem amarrados para envolver mãos e pés na hora de lavar a casa invadida por água", diz Chieppe.
Na limpeza, a recomendação é usar água sanitária. Por isso, a Vigilância Sanitária pede a quem quer fazer doações que inclua o produto nas remessas, assim como outros produtos. "Água sanitária é indispensável na limpeza, não adianta usar só água e sabão, é preciso fazer uma lavagem completa, não deixar sujeira sobrando ou algum foco para surgimento de doença" afirma o superintendente.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

será?


O fim da tensão pré-menstrual (TPM) pode estar mais próximo. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) renova a esperança de quem convive com o problema. Segundo os pesquisadores, ingerir uma cápsula de ácidos graxos por dia é capaz de reduzir em mais da metade os sintomas.
Os ácidos graxos são um tipo de gordura essencial para o organismo, mas não são produzidos pelo corpo humano. Estão presentes em quantidade reduzida em alimentos como peixes, óleos de linhaça, de fígado e de bacalhau. Por isso, alguns médicos os recomendam em forma de suplemento na dieta.
Participaram do estudo 120 mulheres entre 17 e 37 anos diagnosticadas com o problema. Elas foram acompanhadas durante oito meses: dois antes do início do tratamento e seis durante a ingestão das cápsulas. Um grupo recebeu uma pílula com 1 grama de ácidos graxos, outro recebeu 2 gramas e o terceiro tomou placebo. Além disso, diariamente as voluntárias preenchiam uma escala de marcadores para descrever a intensidade dos sintomas.
Ao final do período, todos os grupos tiveram melhora, sem apresentar alteração nos níveis de colesterol: o primeiro grupo afirmou ter reduzido os sintomas em 64%, o segundo grupo em 74% e o terceiro, em 16%. "Os primeiros sinais de melhora surgiram depois de três meses e não houve relato de efeitos colaterais", afirmou Edilberto Rocha Filho, autor do estudo e médico-assistente do Departamento de Ginecologia da UFPE. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

sábado, 15 de janeiro de 2011

Cores da degradação Ambiental








O fotógrafo e ativista americano J. Henry Fair viaja o mundo a bordo de um helicóptero para retratar o impacto de ações humanas como o despejo de lixo e de resíduos industriais em paisagens naturais.
Dezenas dessas imagens foram reunidas no recém-lançado livro "The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis" (O dia depois de amanhã: Imagens de nossa Terra em Crise, em tradução livre).
De grande impacto, as imagens mostram o avanço da degradação provocada pelo vazamento de petróleo no Golfo do México e destruição provocada em parques naturais por lixo industrial

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Machucados...



O atendimento a animais silvestres cresceu nos últimos sete anos no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia. No último ano, foram cerca 1.000 atendimentos segundo o diretor-executivo do hospital, Amado da Silva Nunes Júnior. Em 2003, quando a instituição deu início ao trabalho clínico e de pesquisa na área, foram 13 atendimentos. Atualmente, o hospital trata um tamanduá, que, após ser atropelado em uma estrada, sofreu uma lesão na coluna e ficou paraplégico.
De acordo com a médica residente Heloísa Pereira, o tamanduá foi tratado com medicamentos e agora faz sessões de acupuntura, que tem ajudado na reabilitação. O hospital recebe animais silvestres capturados nas áreas urbanas por moradores e aprendidos pela polícia ambiental.

“A incidência de animais nas áreas urbanas é devida à perda de áreas naturais, no caso da nossa cidade, para a atividade agropecuária. Uberlândia está rodeada por represas e isso não deixa de causar impactos ambientais”, disse Júnior. Ainda de acordo com o diretor-executivo, o aumento no atendimento é favorecido pela conscientização das pessoas. “Quem encontra esses animais tende a levá-lo para ser cuidado. Isso, além do trabalho efetivo da polícia ambiental, responsável pela captura”, falou.

O cuidado inadequado em casa acarreta problemas. Uma arara apreendida em uma casa de Uberlândia chegou ao hospital com quadro de estresse, segundo a veterinária. “O proprietário, às vezes, acha que sabe cuidar do animal, mas não sabe. O animal fica estressado e ele mesmo arranca a penas. Nasce e ele arranca de novo”, disse a veterinária.

Após receber cuidados, os animais saudáveis são devolvidos ao habitat natural. Reservas naturais e zoológicos podem ser o destino daqueles que não conseguem a reabilitação completa, de acordo com o diretor-executivo da unidade.

De acordo com o capitão Carlos Magno, subcomandante da Polícia de Meio Ambiente da cidade, é crime criar animal silvestre sem a devida documentação. A pena varia de seis meses a um ano de prisão, além de multa, que é agravada se o animal estiver na lista de extinção.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Salvem as abelhas!


Segundo a Soil Association (www.soilassociation.org), nos últimos anos, houve um declínio maciço no número de abelhas pelo mundo inteiro.
No Reino Unido, os proprietários de colmeias relataram que perderam uma a cada tres colônias de abelhas. Em 2007, Lord Rooker (ministro do DEFRA), disse “Se nada for feito a respeito, a população de abelhas do Reino Unido desaparecerá em dez anos”.
Isto pode trazer sérias consequências para a segurança alimentar mundial e acarretará um imenso impacto econômico negativo. A morte das abelhas melíferas é um aviso para todos nós de que a saúde do planeta corre perigo. As abelhas são os mais importantes agentes polinizadores e tem uma função vital na cadeia alimentar – estima-se que um terço do alimento humano dependa da polinização das abelhas.
Por que a população de abelhas está declinando?
Esta é uma pergunta que vale milhões de dólares em pesquisa em vários países, mas ainda não tem uma resposta definitiva. A maior suspeita recai sobre um novo grupo de inseticidas, os neonicotinoides, que foram usados inicialmente nos medos da década de 1990 – exatamente a época em que começou o desaparecimento da maioria das abelhas melíferas. Este pesticida foi banido em diversos países da Europa (França, Alemanha, Itália e Eslovênia), em consequência desse desaparecimento, pois as evidências contra ele são muito fortes. O Reino Unido ainda não o retirou do mercado, onde cerca de um terço das colônias de abelhas desapareceu em tres anos.
Os pesticidas neonicotinoides atuam descontrolando o Sistema Nervoso Central dos insetos. Quando as abelhas entram em contato com estes pesticidas ficam menos hábeis em se alimentar, em voar, em se comunicar e em aprender. O mapeamento do genoma das abelhas mostrou que elas tem uma reduzida capacidade para remover venenos tóxicos em comparação com os outros insetos, devido ao elevado número de receptores neurológicos para os neonicotinoides.
As abelhas vivem em colônias com cerca de 50000 abelhas por colmeia, dessas, cerca de 10000 são responsáveis pela alimentação da colônia. Quando elas retornam para a colônia, elas executam uma dança particular que comunica às outras abelhas a direção de voo de acordo com o por do sol e a distância a percorrer até o néctar. Outro comportamento complexo das abelhas é a construção do favo como uma hexagonal perfeita. Estas habilidades são baseadas em comportamentos padrões inatos e aprendidos que dependem da integridade do sistema nervoso, onde cada sinapse é crucial. Portanto, a desordem neurológica na sinalização das abelhas pelos neonicotinoides, provocará desorientação.
Os pesticidas impedem a comunicação; impedem a habilidade de procurar comida e retornar para a colmeia; prejudicam o voo; o olfato (o cheiro é vital na comunicação das abelhas); o aprendizado e o enfraquecimento do sistema imunológico.
As abelhas não vivem sozinhas, elas vivem em colônias, por isso a necessidade de saber as doses letais de pesticida nas abelhas, individualmente, pois uma desordem neurológica afetará toda a colônia.
O Bach Centre, fundado pelo Dr. Edward Bach, idealizador do fabuloso sistema floral de Bach, contem muitas plantas que são usadas na confecção das essências. Elas crescem semi-selvagens e junto com outras com outras espécies florais selvagens são uma boa fonte de alimento para as abelhas, mas isso não é o suficiente para salvar as abelhas.
A jardineira do Bach Centre, Emma Broad, diz: “O perigo para as abelhas é uma má notícia não só para os apicultores e agricultores, mas também para todos os que usam os florais de Bach”.
Outra causa apontada para o desaparecimento das abelhas melíferas, é o cultivo das plantas transgênicas. Estudos feitos no Reino Unido demonstraram que os poderosos pesticidas que as plantas transgênicas suportam, causam danos à terra. Eles constataram que havia menos abelhas e borboletas nas plantas transgênicas.
No Brasil, apicultores gaúchos e catarinenses, registraram perda de 25% na produção de mel.
Nos EUA e Canadá, em várias regiões, houve perdas de 90% das colmeias. Na Califórnia, houve uma redução de 30 a 60% no número de abelhas.
Na França, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Grécia, registrou-se uma redução de 25% na população de abelhas.
Outra hipótese aventada relaciona-se com o problema da radiação dos telefones celulares, que podem interferir no sistema de navegação das abelhas, provocando desorientação e o não retorno à colmeia.
Pesquisa alemães apontam mudanças no comportamento das abelhas na proximidade de linhas de transmissão de alta tensão.
Tem-se dito que Albert Einstein disse que se as abelhas desaparecessem, à humanidade só restariam quatro anos, porque sem elas, não há polinização e consequentemente não há alimentos. Estudos científicos atuais estão comprovando essa assertiva creditada à Einstein.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Proibido!


Em 1º de janeiro de 2011 entra em vigor na Itália a proibição do uso e a comercialização de sacolas plásticas no comércio, depois da confirmação da medida em 22 de dezembro em reunião do Conselho de Ministros.
No país só será possível utilizar ainda as sacolas disponíveis em negócios e supermercados até acabarem os estoques, sempre que forem gratuitas aos clientes. O Ministério do Meio Ambiente comemorou a restrição adotada pelo Executivo, considerando "uma grande inovação, que marca um passo a frente na luta contra a poluição". Com esta iniciativa, a Itália se soma a países como França, Dinamarca, Irlanda, China e Suíça, que já tomaram medidas contra o uso das bolsas de plástico, que vão desde o pagamento de taxas pelos consumidores para sua utilização até sua proibição.
Para substituir as bolsas de plástico se propôs, entre outras atitudes, o uso de materiais biodegradáveis como o bioplástico ou recorrer às fibras naturais. Organizações ambientalistas denunciam que as bolsas de plástico têm duração em uso de 15 minutos, mas uma vez desprezadas, podem perdurar por mais de 400 anos na natureza soltando substâncias poluentes. Além disso, assinalam que as bolsas são causa de sérios problemas ambientais, já que as substâncias nocivas que são compostas se acumulam durante anos em rios e mares, contaminando os recursos naturais.

Proibido!


A semana de moda de Oslo, na Noruega, tornou-se o primeiro evento a proibir a presença de pele animal em suas passarelas. A medida será colocada em prática já na próxima temporada, realizada de 14 a 20 de fevereiro de 2011.
A proibição é vista como uma vitória para a ONG Mote Mot Pels (Moda Contra a Pele Animal), que vem trabalhado junto ao setor na Noruega e conta com o apoio de estilistas e editores de moda locais.
Realizada duas vezes por ano, a semana de moda de Oslo teve sua primeira edição no início de 2004, com o objetivo de divulgar o trabalho de grifes e estilistas noruegueses.
Entre as marcas participantes estão Moods of Norway, Batlak og Selvig e Fam Irvoll, um dos fundadores da Mote Mot Pels.