quinta-feira, 31 de março de 2011

Refri Humanitário


Um novo refrigerante lançado nesta quinta-feira na França promete doar 50% dos lucros a causas humanitárias. Metade dos lucros serão destinados a duas instituições que atuam na luta contra a fome, sendo uma delas a ONG Acción. O nome U.Man Cola faz uma alusão à palavra Human (humano, em inglês).
Dominique Lebrun, é o criador do refrigerante "humanitário" U.Man Cola, que já está à venda em todas as lojas da rede Franprix desde quarta-feira. Segundo o site La chaine du coeur, o custo de cada garrafa é 1,29 euro (R$ 2,98

quarta-feira, 30 de março de 2011

Plástico resistente!


Cientistas brasileiros desenvolveram uma maneira de usar fibras frutas para fabricar plásticos automotivos mais resistentes e mais leves que os tradicionais. Frutas como banana e abacaxi podem ser usadas para produzir esse material reforçado, de forma similar à fibra de vidro ou de carbono.

As fibras usadas são chamadas nanocelulose e, segundo os cientistas, chegam a ser tão duras quanto o kevlar, material usado em coletes à prova de balas. Os plásticos de nanocelulose são mais leves, podendo reduzir o peso dos automóveis. A celulose das folhas e do caule do abacaxi é uma das mais promissoras para fazer esse processo, diz Alcides Leão, da Unesp, que liderou a pesquisa apresentada apresentada esta semana num encontro da Sociedade Americana de Química.
Para obter o nanofibras a partir das frutas, os cientistas colocam as folhas e talos de abacaxi ou outras plantas num equipamento parecido com uma panela de pressão. Em seguida, acrescentam alguns produtos químicos e aquecem a mistura em vários ciclos, produzindo um material fino parecido com talco.
O processo é caro, mas com um quilo de nanocelulose é possível produzir 100 quilos de plástico superforte, de acordo com os pesquisadores. Por enquanto, eles estão se concentrando na substituição de plásticos automotivos. No futuro, segundo Leão, seria possível até usar a tecnologia no lugar de aço e alumínio.

Dor de amor !



Um estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mostra que a região do cérebro que responde pela dor física é a mesma que reage quando uma pessoa está envolvida em uma separação amorosa ou em um caso de rejeição. As informações são da Associated Press.
"Estes resultados dão novo significado à ideia de que a rejeição 'dói'", escreveu o professor de psicologia Ethan Kross no estudo publicado na terça-feira da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
O coautor do estudo Edward Smith, da Universidade de Columbia, explica que a pesquisa mostra que eventos psicológicos ou sociais podem afetar regiões do cérebro que os cientistas acreditavam que fossem dedicadas apenas à dor física.
O estudo envolveu 40 voluntários que haviam passado por uma separação indesejada nos seis meses anteriores e que diziam que esse fato dava sensação de rejeição.
Na experiência, os voluntarios viam fotos de seus antigos parceiros e tentavam pensar na separação. Depois, viam fotos de amigos e tentavam pensar em momentos positivos com aquelas pessoas. Também havia um aparelho posicionado em seus braços que ora produzia um calor reconfortante e ora esquentava o suficiente para causar dor.
A duas situações negativas - pensar sobre a perda e o calor que queima - causaram respostas na mesma região do cérebro, de acordo com o estudo.

domingo, 27 de março de 2011

Monumentos de 98 cidades do Brasil ficam 1 hora apagados


s cidades brasileiras, entre as quais 15 capitais regionais e cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, apagaram as luzes que iluminam seus principais monumentos durante a chamada Hora do Planeta, a mobilização mundial da organização ambientalista WWF contra o aquecimento global.
Além de milhares de brasileiros que apagaram as luzes de suas casas às 20h30, durante uma hora também ficaram às escuras monumentos e pontos turísticos como a praia de Copacabana, o Jardim Botânico de Curitiba, a estátua de Iracema de Fortaleza e o estádio Pacaembu de São Paulo.
Em Brasília, a sede do Congresso também apagou as luzes, bem como o Palácio do Buriti e Anexo, o Memorial JK, o Teatro Nacional, a Catedral, o Museu do Índio, o Complexo Cultural da República e a Ponte JK.
A adesão das cidades brasileiras à iniciativa mundial este sábado foi muito superior à do ano passado, quando 72 cidades apagaram suas luzes e Rio de Janeiro deixou pela primeira vez às escuras o enorme Cristo Redentor.
A grande novidade este ano foi o espetáculo musical oferecido pela Prefeitura do Rio de Janeiro nos Arcos da Lapa, onde a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o prefeito Eduardo Paes apagaram simbolicamente as luzes de toda a cidade.
O espetáculo começou com a apresentação de artistas como Tony Garrido, mas, às 20h30, quando os próprios Arcos ficaram na penumbra, o evento foi animado pelas baterias de quatro das principais escolas de samba que desfilam no Carnaval do Rio de Janeiro.
Entre as instituições que aderiram formalmente à "Hora do Planeta" este ano figura a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, que recomendou a seus 2,4 mil associados a divulgar notícias sobre a iniciativa.
A Hora do Planeta 2011, que pretendeu envolver mais de um bilhão de pessoas e mobilizar 3,8 mil cidades do mundo, teve atos hoje em pelo menos 131 países e em 26 megacidades.
As outras capitais brasileiras que apagaram as luzes de seus principais monumentos foram Aracaju, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Teresina e Vitória.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Jeans!


Há quem acredite que usar a mesma calça jeans por muito tempo sem lavá-la é uma ameaça à saúde e aos bons costumes, mas a experiência de Josh Le, aluno da universidade de Alberta, no Canadá, indica que o hábito é menos nocivo do que se imagina. Depois de usar sua calça jeans por 15 meses e uma semana sem mandá-la nenhuma vez para a lavanderia, ele submeteu sua vestimenta a uma contagem bacteriana e o resultado foi surpreendente.

“Esperava encontrar bactérias associadas ao intestino grosso, mas me surpreendi com a sua total ausência, apenas bastante bactéria de pele da mais comum”, disse Rachel McQueen, professora do rapaz e pesquisadora da relação entre odores e o aparecimento de microorganismos em tecidos.

As bactérias descobertas na roupa são transferidas para a vestimenta pela pessoa que a usa e não oferecem perigo para a saúde – desde não existam cortes ou arranhões na epiderme. A menos que você trabalhe em um hospital ou em uma cozinha, onde a higienização é imprescindível, o resultado demonstra que adotar intervalos maiores entre as lavagens dos seus jeans gera benefícios ambientais maiores do que os seus riscos.

E aí? Por quanto tempo você aguenta usar a mesma calça jeans? Ou melhor, por quanto tempo você ainda teria amigos?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Lua Cheia!


Se você tiver a impressão que a Lua está um pouco maior e mais brilhante neste fim de semana, existe uma razão para isso. A Lua Cheia deste sábado será uma super "lua perigeu" - a maior em quase 20 anos. Este fenômeno é bem mais raro do que a famosa Lua Azul, que acontece uma vez a cada dois anos e meio. As informações são da CNN.
"A última Lua Cheia tão grande e tão perto da Terra ocorreu em março de 1993", disse Geoff Chester, do Observatório Naval dos EUA, em Washington. "Eu diria que ela vale uma olhada."
Segundo o pesquisador, no perigeu a Lua fica cerca de 50 mil km mais perto da Terra do que quando está no ponto mais distante de sua órbita, também conhecido como apogeu. "Luas perigeu são cerca de 30% mais brilhantes e podem parecer 14% maiores do que as Luas que ocorrem no lado do apogeu da órbita lunar," diz o site da Nasa.
A Lua Cheia vai nascer no leste ao pôr do sol e deve parecer especialmente grande quando estiver próxima ao horizonte por causa do que é conhecido como "ilusão da lua".
Mesmo que se tenha sensação de poder tocar o satélite, a Lua do sábado ainda estará a uma distância saudável - cerca de 356,577 km de distância.
A influência do satélite natural poderá ser sentido essencialmente nas marés, no entanto, os efeitos sobre a Terra são menores, e de acordo com estudos mais detalhados, a combinação da Lua estar em sua maior aproximação da Terra em sua configuração "lua cheia", não deve afetar o equilíbrio interno da energia do planeta.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Queda em 19% !


Queda no desmatamento na Indonésia e no Brasil e reflorestamento na China explicam resultado, indica relatório da ONU.
Segundo coordenadora, é a primeira vez que índice tem queda em mais de 60 anos; América do Sul e África ainda lideram devastação.


Uma boa notícia, para variar: a perda de florestas no mundo caiu 19% nesta década em relação aos anos 1990, graças a reduções expressivas no desmatamento no Brasil e na Indonésia e a esforços maciços de reflorestamento na China. Os dados são da FAO, órgão da ONU para alimentação e agricultura.
É a primeira vez que se registra uma queda na perda de cobertura vegetal desde 1946, quando a FAO começou a produzir a Avaliação Global de Recursos Florestais, publicado a cada cinco anos.
"No último relatório, de 2005, nós não conseguimos ver nenhuma diferença em relação ao anterior. Então, é uma boa notícia", disse à Folha a coordenadora do estudo, Mette Wilkie, sobre o novo dado.
No mundo inteiro, entre 2000 e 2010, 13 milhões de hectares de florestas foram perdidos, uma área pouco maior que a do Estado do Pará. Entre 1990 e 2000, o total perdido foi de 16 milhões de hectares, o equivalente a toda a região Centro-Oeste do Brasil.
As perdas anuais caíram de 8,3 milhões de hectares para 5,2 milhões. Ainda assim, diz a FAO, o número é "alarmante": o mundo perde o equivalente a uma Costa Rica por ano.
Tradicionalmente vilipendiados como maiores desmatadores e maiores emissores de gás carbônico por desmatamento do mundo, Brasil e Indonésia foram os principais responsáveis por puxar para baixo o índice de perda de cobertura florestal desta vez.
No Brasil, o desmate caiu de 2,9 milhões de hectares na década passada para 2,6 milhões nesta década. "Não parece muito por causa do período longo analisado, mas a queda que houve no desmatamento no Brasil de 2005 para cá foi substantiva", elogia Wilkie.
Segundo ela, a conjuntura econômica ajudou, com a baixa nos preços de commodities agrícolas, mas o esforço "do governo Lula" para reduzir o desmatamento foram importantes. Wilkie também mencionou como positiva a meta brasileira de reduzir o desmatamento amazônico em 80% até 2020.
O Brasil também foi o campeão de criação de áreas protegidas nesta década. "Metade do que foi criado no mundo inteiro foi no Brasil", afirma Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Aquecimento está "mudando" cor das corujas na Finlândia


Cientistas da Universidade de Helsinki fizeram uma pesquisa sobre as corujas que vivem na Finlândia e notaram que muitas delas estão "mudando de cor". Segundo os pesquisadores, invernos mais quentes registrados nos últimos anos são a principal causa dessa evolução, que está dimuindo a população de corujas-do-mato cinza e aumentando as marrons.
As corujas cinza são mais resistentes ao inverno porque elas se camuflavam entre a vegetação cinzenta que permanecia na região durante esta época, fugindo dos predadores. Agora, como os invernos estão mais brandos, as corujas marrons estão ganhando mais espaço no ambiente europeu.
A equipe de pesquisadores de Helsinki, que estudou durante 30 anos a população das corujas naquela região, afirma que a plumagem cinza da maioria delas era uma característica genética e hereditária que fazia das corujas-do-mato cinzas mais resistentes e saudáveis.
Porém, para o coordenador da pesquisa, Patrik Karell, a mudança da coloração desses pássaros é a primeira grande mostra que as mudanças climáticas estão afetando o reino animal, alterando inclusive o código genético das corujas.